domingo, 7 de abril de 2013

RD 500. Nunca vi mas lenda é assim mesmo...



O lançamento da RD500LC criou imensa expectativa em 1984, e o caso não era para menos: o modelo surgia na sequência dos 3 títulos mundiais de “King” Kenny Roberts em 1978, 1979 e 1980, bem como ao de Eddie Lawson em 1984. Só o advento da igualmente espantosa Suzuki RG500 e o inegável talento individual do jovem Freddie Spencer, na sua Honda em 1983, tinham interrompido a carreira vitoriosa no Mundial das V4 tetracilíndricas da Yamaha. Assim, esta réplica de estrada foi lançada no mercado com a cor única de vermelho sobre branco, provocando longas listas de espera. No entanto, as primeiras unidades não tardaram a aparecer nas pistas, por entre a aclamação universal da imprensa especializada.

Leve e muito compacta, diminuta mesmo, a RD500LC nunca foi uma moto para colocar malas. A viúva maior não negava sua vocação das pistas solta nas ruas sem complexos, pronta a medir-se com as 4T pesadonas da altura. O piloto vai bem agachado atrás do vidro da carenagem que, com as devidas diferenças para o equipamento estradista, é modelada de muito perto nas YZR de competição da mesma cilindrada e configuração, numa vitória de minimalismo sobre a necessidade de equipar a moto com o necessário para utilização diária. Para tal, o fabricante socorre-se do abundante uso de plásticos, por forma a manter baixo o peso do conjunto. De fato, o motor da RD500 são os 4 cilindros da YZ125 de motocross dispostos dois a dois em V, com a ajuda da válvula de escape YPVS a tentar suavizar aquilo que mesmo assim é um choque para o sistema quando o regime mágico de entrega é atingido cerca das 6.000 rpm. Daí até um pouco acima das 9000, o motor sobe freneticamente, a medida que o burburinho quase inaudível do escape se torna num grito de raiva e ela mostra que não é a toa a sua saga de viúva. Sempre existiram pilotos capazes de domar ela com o focinho pro alto. Dentre os que tentaram, foram minoria.

A saga da viúva


Embora em 1984 a Yamaha já estivesse a fazer algum terreno com as suas quatro tempos, notavelmente com a FJ1100, em termos de competição o seu prestígio estava nas 2T, e assim, aproveitando alguns componentes das LC250 e 350YPVS, a marca estava decidida a lançar uma exótica 500 V4. Produzida apenas entre 1984 e 1986, a RD500LC ou RZV500, como era designada no Japão e Canadá, apareceu quando as grandes dois tempos estavam condenadas e nem sequer chegou a ser importada para os Estados Unidos por causa das leis de proteção ambiental.

De certo modo, é este fato que apela hoje aos colecionadores, pois com o maior mercado do mundo fora do quadro – e as algo “mornas” vendas domésticas no Japão da versão menos potente de quadro de alumínio – só teriam sido produzidas para todo o mundo umas escassas 6600 unidades. As primeiras RD500 foram fabricadas em finais de 1983, e eram uma cópia “amansada” das YZR500 de Grande Premio que Kenny Roberts e Eddie Lawson pilotavam na altura. De dimensões quase idênticas à moto de competição, o seu motor era um V4 a 50º, de duplo virabrequim, equipado com válvulas de escape (daí o YPVS) controladas por uma única centralina. As admissões, porém, ao contrário das primas de GP, eram por janelas em vez de válvula rotativa.

A configuração do V obrigou a admissão a ser diferenciada, sendo os cilindros superiores alimentados por janelas montadas no cilindro, enquanto os inferiores eram alimentados a partir dos cárteres. Ignição era por CDI Nippondenso através de duas bobines. Os quatro carburadores Mikuni montados de lado aos pares ligam aos cilindros por admissões a 90º.

Enquanto os dois escapes superiores faziam um percurso normal para a cauda da moto, os inferiores cruzavam logo a seguir às saídas de escape para manter o comprimento tão crítico numa 2T.

A refrigeração líquida era controlada por termostato, com uma ventoinha eléctrica auxiliar a entrar em ação a baixas velocidades. A lubrificação era feita por injeção direta Autolube às janelas de admissão. A bomba de óleo, no entanto, era controlada pelo motor do YPVS, pelo que o fornecimento de óleo não é cortado quando se fecha o punho a altas rotações. A transmissão é uma caixa de relações curtas de seis velocidades sequenciais removível pelo lado direito do motor. A embreagem em banho de óleo é operada por cabo. O quadro era de alumínio na versão RZ japonesa, mas de caixa de aço nas versões européias. O que a carenagem não deixa ver é a situação pouco habitual do monoamortecedor traseiro, que fica sob o motor em posição horizontal, montado no cárter inferior. Sob o banco, estão as panelas dos cilindros superiores e o servo do YPVS. A escora é em extrusão de alumínio e a roda da frente de 16” suspensa em garfos de 37mm com anti-dive ajustável. Os disco, frente e trás, são ventilados e uma tampa do banco do “pendura” faz parte da moto de origem.

Uma das últimas dois tempos de cilindrada acima de 250cc a sair para o mercado, a RD500LC é hoje uma clássica exótica moto muito procurada, que quase continua a dar sensações de moto moderna.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Range Rover Evoque 2013. Minha garagem merece!!!


Por muito tempo, os SUVs que rodavam aqui eram apenas versões de carros com vocação urbana disfarçados. O Range Rover Evoque não é diferente disso, uma vez que a própria Land Rover classifica-o como um utilitário de vocação urbana. Controvérsias a parte, seria muito bom ter um belo veículo como esse e que ainda por cima é econômico, pois a ficha técnica diz que o Evoque consegue a impressionante média de 17,5 km/l em rodovias. Não sei de onde os brasileiros tiram a ideia de que carro 1.0 é econômico. Com seus anêmicos motores, não passam de 15 km/l com o ar condicionado desligado... Não há como negar que o Evoque une o melhor dos dois mundos. Claro que vale cada centavo dos R$ 175.000,00 necessários para comprar o carro. Segue a ficha técnica disponível no site do fabricante.



Motor/Performance

Motorização:2.0
AlimentaçãoGasolina injeção direta
CombustívelGasolina
Potência (cv)240.0
Cilindradas (cm3)1.999
Torque (Kgf.m)34,7
Velocidade Máxima (Km/h)217
Tempo 0-100 (Km/h)7.6
Consumo cidade (Km/L)12.7
Consumo estrada (Km/L)17.5

Dimensões

Altura (mm)1635
Largura (mm)1900
Comprimento (mm)4365
Entre-eixos (mm)2660
Peso (kg)1640
Tanque (L)70.0
Porta-malas (L)420
Ocupantes5

Mecânica

CâmbioAutomática com modo manual de 6 marchas
Tração4x4
DireçãoElétrica
Suspensão dianteiraSuspensão tipo McPherson e dianteira com barra estabilizadora, roda tipo independente e molas helicoidal.
Suspensão traseiraSuspensão tipo McPherson e traseira com barra estabilizadora, roda tipo independente e molas helicoidal.
FreiosQuatro freios à disco com dois discos ventilados.




Itens de Série
Luzes tipo LED brake light, luzes laterais e luzes traseiras.
Tela com multi-funções 8,0.
Conexão externa para entretenimento ipod, inclui tomada com entrada auxiliar e inclui conexão USB.
Porta traseira abertura vertical.
Bluetooth inclui telefone e inclui transmissão de música.
Controle anti-capotamento.





Airbags para joelhos motorista.
Controle de freio em curvas (CBC).
Freio de estacionamento eletrônico.
Chave ou cartão inteligente automático e inclui partida sem chave.
Preparação isofix.
Freios assistidos (BAS).
Distribuição eletrônica de frenagem EBD.
Controle de estabilidade.
Rodas dianteiras e traseiras em liga leve 18 com 8,0pol de largura.
Vidros elétricos na dianteira e traseira com acionamento em dois toques.
Limpador do pára-brisa com intermitência variável.
Vidros verdes.
Vidro traseiro fixo com anti-embaçante e limpadores do pára-brisa de ciclo intermitente.
Retrovisores das portas do motorista e passageiro com ajuste elétrico pintado e luzes indicadoras.




Retrovisor interno.
Ar condicionado.
Controle ventilação secundário no banco do passageiro.
Transmissão automática com seis velocidades e modo manual no assoalho, Aisin AW F21 e automática com modo manual.
Volante de direção com ajuste de altura e ajuste na distância multifuncional.
Banco traseiro com capacidade para três lugares, encosto assimétrico, com assento inteiriço e voltado para frente.
Bancos dianteiros individuais, ajustáveisl eletricamente.




Descansa braço traseiro central.
Descansa braço dianteiro central.
Revestimento dos bancos em couro.
Cintos de segurança traseiros no assento do motorista, cintos de segurança traseiros no assento do passageiro, cintos de segurança traseiros tipo 3-pontos no assento central.
Cintos de seguranca no assento do motorista e do passageiro com pré-tensionador e ajuste na altura.





Ajuste na altura nos bancos dianteiros, três apoios de cabeça com ajuste na altura nos bancos traseiros.
Airbag lateral dianteiro.
Airbag dianteiro para motorista, airbag dianteiro para passageiro e botão desativar para ocupantes.
Alarme.
Travamento central remoto e sensível à velocidade.
Cobertura do porta-malas rígida.
Pneus: dianteiros, traseiros, 235 x 60 V e 107.
Airbag de teto dianteira e traseira.
Controle dos faróis manual.
Faróis lâmpada halógena.
Acabamento de luxo com liga leve, alumínio no console central, couro nas portas e alumínio no painel.
Computador de bordo com velocidade média, consumo médio de combustível, consumo instantâneo de combustível e autonomia de combustível.
Indicador de temperatura externa.
Conta-giros.
Dois hodômetros parciais.
Indicador de revisões.
Painel instrumentos.
Controle eletrônico tração.
Tração integral e parcial e 4x4 com sistema de controle de descida com seleção automática.
Capacidade de carga: banco traseiro normal - até altura dos vidros (litros): 420, banco traseiro rebatido - até o teto (litros): 1.445
Sensor de estacionamento traseiro
Espelho de cortesia iluminado para motorista e passageiro.
Luz no porta malas.




Luz de leitura dianteira.
Cinzeiro na dianteira.
Especificações de SUV: ângulo de entrada (°): 25,0 e ângulo de saída (°): 33,0.
Piloto automático.
Imobilizador.
Pára-choques na cor do veículo
ABS.
 Freio a disco nas quatro rodas
Acabamento cromado na lateral da carroceria.
Aerofólio no tom do veículo e no teto.
Tomada com saída 12v na área de carga e dianteira.
Controle de áudio montado no volante.
Equipamento de som AM / FM com CD no painel CD Player com leitor de MP3.
Onze alto-falantes.
5 assentos com configuração 2+3.
Carroceria com cinco portas tipo SUV entre eixos curto e C1+EUCD.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Diferencial - funcionamento


Quando um veículo anda em linha reta as suas rodas percorrem um mesmo  caminho e portanto o número de giros para as rodas de mesmo diâmetro é igual. No entanto quando o veículo faz uma curva as rodas não fazem o mesmo percurso. Há uma circunferência menor a ser percorrida e outra maior. Analisemos um veículo com tração traseira. Vemos que foi preciso encontrar uma maneira de transferir a força do motor para os semi-eixos de cada roda, considerando o fato de terem essas rodas trajetórias diferentes.
Essa invenção que foi chamada diferencial que quando se se entende o seu funcionamento percebe-se que é algo realmente simples, genial, admirável. Esta invenção é atribuida ao francês Onesiforo Pecqueur (Chefe de Oficina no Conservatório de Artes e Ofícios de Paris) em 1827.



Entre os vários tipos de travamento diferenciais que existem, sem dúvida o mais utilizado e, provavelmente, a mais eficaz é "placas" de fricção. Este diferencial de cruz umas sobre as outras, mas que constituem duas partes separadas, em vez de correntes diferenciais, onde formam uma única peça, com quatro braços.
As extremidades de ambos os eixos no caso do acoplamento diferencial são entalhadas com dois planos que formam um "V". Os alojamentos de cada eixo, no caso diferencial são de grandes dimensões, de modo que o eixo entre uma folga substancial. Estas acomodações também entalhada duas rampas também formando um "V" do mesmo ângulo que os veios existentes.

As engrenagens planetárias são análogas às de um diferencial convencional. Cada engrenagem planetária está envolvida em respectivos eixos estriados, o que por sua vez, se encaixam em cada uma das duas metades da caixa do diferencial. Entre cada metade da caixa e o casquilho correspondente ranhurada existe uma embraiagem que compreende placas de fricção e anilhas de aço.

A posição de equilíbrio dos veios de satélites e, em seguida, interrompe-se o eixo da roda de aderência ainda tem rampas ascende em "V", exercendo uma pressão sobre o pinhão planetário que agora se aplica força no cubo estriado . Este movimento comprime as placas de embreagem do lado planetário e é integral com a caixa do diferencial, cancelando assim o efeito diferencial.

Assim que nós compreendemos, temos que ver o que produz o famoso "diferencial de deslizamento limitado".

Ganhamos estabilidade: com dispositivo de bloqueio, quando uma das duas rodas motrizes perder aderência (aumentos de uma curva, que passa sobre um pedaço de gelo, etc), o seu descontrole não ocorre e, portanto, existe um risco de que diferenciais normais dá a roda, girando louco, então desviar para recuperar a sua aderência normal. Na prática, isto resulta em uma característica de alta segurança, que é especialmente notável nas curvas.



segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

RD 350 2013! Minhas preces foram ouvidas!!!


Quem assim com eu nasceu até a década de 70, sabe bem do que estou falando! Em minha humilde opinião foi a melhor obra da engenharia mundial e esteve aqui em "Terra Brasilis"! RD "três cinco zero", a famosa viúva. Muitos assim como eu tiveram o privilégio de "sobreviver" aos caprichos dela mas reconheço que tudo acontecia com o devido respeito. Ela não era vingativa mas era cruel com quem não a respeitava. Rodando na casa dos 200km/h, para os atuais padrões ela é ultrapassada, mas os Shelbys, Mavericks, Dorjões e etc não estão nem aí pra isso. Não pense que esqueci dos gloriosos Opala 4100. Andei num '91 e pensei que o velocímetro estava com defeito pois quando acelerei ele subiu mais rápido que o conta giros...

Mas a marca dos três diapasões vive com esse papo de remontar outras eras. Com o "retorno" da Ténéré, mais mansa, talvez a viúva volte, mas um pouco mais calma. Afinal, antigamente eram 39 pocotós, chegaram a 55 cavalos chapados de ração no auge do desespero pra andar mais rápido entre as décadas de 80 e 90 e hj especula-se que seriam somente 32 cavalinhos... coisa de IPI provavelmente. Seria um motor 4 tempos(2t não pode mais devido as emissões de poluentes astronômicas), "liquid cooled"(quem conhece a viúva sabe o que é), DOHC, um cilindro. 

Não tem jeito, falar de RD remete a nostalgia... quando "kickávamos", a partida era algo sombrio. Se não tivesse jeitinho com ela, a viúva ficava mal humorada. Quando a 8ª maravilha iniciava seu ciclo de combustão, ouvia-se um som característico de seu funcionamento. "Te déééééin déin déin déin déin" era sua marcha lenta... Alguns hereges achavam esquisito, mas na maioria dos casos, sequer tinham carteira de habilitação. Os 55 pocotós pareciam estar passeando em uma manhã ensolarada de domingo se fosse utilizada até os 4900, 5000 giros. Quando o piloto terminava de abrir a porteira(digo, acelerador), o YPVS fazia o trabalho de porteiro que a Yamaha ordenou a ele e então os pocotós mostravam porquê a viúva deveria ser respeitada. A marcha lenta, esquecida logo após o engate da "dona da casa", tornava-se "marcha letal" para quem teimava em profanar a lenda.


Eles pareciam fugir do Jóquei Club do Brasil putos da vida porque mudaram a marca da ração. Era comum a RD empinar de terceira, as vezes de quarta... o segredo do sucesso é a moderação. O motor era tão brutal, que a motocicleta em si era comparada a um canhão de duas rodas. Os freios, quadro, suspensão eram pouco para tamanha supremacia. Parecia que a única adaptação que fizeram entre as pistas e as ruas foi tirar o número da scuderia que ia estampado na pintura. 

O seu ronco era ouvido a quase oitocentos metros de distância. Sei disso pois morei no Conjunto residencial Nova Esperança, em Duque de Caxias, e quando as viúvas passavam pela ponte da Cidade dos Meninos, a uns oitocentos metros de distância, em linha reta e a noite, conseguíamos ouvir. Tinham uns caras da época, Jorge, Tarzan, Peixeiro, Fabinho Mecânico e outros mais, que quando estavam no "comando das pedrinhas" barbarizavam pra quem quisesse ouvir. Bom, por enquanto é só, não tenho mais detalhes técnicos e pra não me chamarem de puxa saco da Yamaha, notaram que as rodas são idênticas as da Ninjinha? kkkkkkkkk
Ah, a mãe de todas não poderia ser esquecida, certo?

domingo, 16 de dezembro de 2012

Civic 2013



A Honda fez umas pequenas modificações de carroceria no Civic 2013. A maioria delas se concentrou no exterior o veículo. A carroceria está dotada de linhas mais marcantes, porém harmoniosas. Algo esperado já que estamos falando da Casa de Soichiro.
 O destaque para a frente do carro fica por conta dos faróis, que foram levemente redesenhados fazendo conjunto com nova grade, que ficou maior. Isso além de melhorar a refrigeração do motor, dá indícios de que uma versão mais nervosa não parece impossível de acontecer. O pára choque está mais agressivo e com certeza vai agradar a todos, mesmo os mais conservadores.
 A traseira do carro ficou mais moderna, apesar de as lanternas parecerem um rascunho das lanternas traseiras do Elantra, mas quem nunca olhou uma vizinha bonita por cima do muro, não é?
As linhas das lanternas são mais retas que as do Elantra mas têm a mesma tendência a subirem quase a altura da tampa do porta malas.
Como todo Civic Moderno, O interior é altamente luxuoso e como tendência, já que os fornecedores daqui são os mesmos dos Estados Unidos, vai ficar mais luxuoso ainda. Mas não é porque o consumidor brasileiro merece, é apenas uma manobra para baratear os custos de produção, pois não existe necessidade de manter dois padrões no mesmo fornecedor. Isso barateia os custos.
Os motores receberam as devidas modificações naturais de qualquer evolução. Essa parte é importante, pois com a gasolina a R$ 3, etanol R$ 2,60 e GNV a R$ 2, qualquer economia é bem vinda...

Ficha técnica


LXS


Motor em alumínio: 1.8 16V SOHC i-VTEC Flex 
Potência (cv / rpm) - Gasolina / Etanol: 139/ 6.500 - 140/ 6.500 
Torque (Kgf.m / rpm) - Gasolina / Etanol: 17,5 / 4.600 - 17,7 / 5.000 
Transmissão manual de 5 velocidades 
Transmissão automática de 5 velocidades com Shift Hold Control 
Pneus: 205 / 55 R16 
Rodas de liga leve (pol): 16 x 6,5' J 
Direção com assistência elétrica progressiva - EPS
Suspensão dianteira: McPherson 
Suspensão traseira: Multi-link


LXL


Motor em alumínio: 1.8 16V SOHC i-VTEC Flex 
Potência (cv / rpm) - Gasolina / Etanol: 139/ 6.500 - 140/ 6.500 
Torque (Kgf.m / rpm) - Gasolina / Etanol: 17,5 / 4.600 - 17,7 / 5.000 
Transmissão manual de 5 velocidades + troca de marchas no volante 
Transmissão automática de 5 velocidades com Shift Hold Control 
Pneus: 205 / 55 R16 
Rodas de liga leve (pol): 16 x 6,5' J 
Direção com assistência elétrica progressiva - EPS
Suspensão dianteira: McPherson 
Suspensão traseira: Multi-link


EXS


Motor em alumínio: 1.8 16V SOHC i-VTEC Flex 
Potência (cv / rpm) - Gasolina / Etanol: 139/ 6.500 - 140/ 6.500 
Torque (Kgf.m / rpm) - Gasolina / Etanol: 17,5 / 4.600 - 17,7 / 5.000 
Transmissão automática de 5 velocidades com Shift Hold Control 
Pneus: 205 / 55 R16 
Rodas de liga leve (pol): 16 x 6,5' J 
Direção com assistência elétrica progressiva - EPS
Suspensão dianteira: McPherson 
Suspensão traseira: Multi-link


Transmissão Manual 
Consumo na cidade (km/L) – Álcool/ Gasolina: média de 6,8km/L e 10,2km/L 
Consumo na Estrada (km/L) – Álcool/ Gasolina: média de 9,0km/L e 12,2km/L 
Transmissão Automática 

Consumo na cidade (km/L) – Álcool/ Gasolina: média de 7,3km/L e 10,5km/L 
Consumo na Estrada (km/L) – Álcool/ Gasolina: média de 10,0km/L e 13,4km/L

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Nova Hornet 2013


Motor: 4 tempos / 4 cilindros / 16V DOHC / 599,3 cc / refrigerado a água

Alimentação: injeção eletrônica PGM-FI

Ignição: eletrônica

Partida: elétrica

Diâmetro x curso (mm): n/d

Taxa de compressão: n/d

Potência (cv a rpm): 102 a 12000

Torque (mkgf a rpm): 6,53 a 10500

Câmbio: 6 marchas, transmissão final por corrente

Chassi: tipo Diamond, de alumínio

Suspensão Dianteira: garfo telescópico hidráulico invertido Traseira: balança articulada tipo link de amortecimento hidráulico e mola helicoidal

Freios Dianteiro: disco flutuante duplo de 296 mm, com pinça de 4 pistões opostos Traseiro: disco simples de 240 mm e pinça deslizante de pistão simples

Pneus Dianteiro: 120/70 – 17 Traseiro: 180/55 – 17

Dimensões 

Comprimento (cm) 208,5

Altura/largura (cm) 109/76

Entre-eixos (cm) 143,5

Peso (kg) 173 / 177 (ABS)

Vão-livre (cm) 13,5

Altura do assento (cm) 80,4

Tanque (l) 19
Desempenho 

0-100 km/h (s)
 3,93 S

0-200 km/h (s) 17,95

0-1000 m (s / km/h) 23,49/208,18

3ª 40 a 70 km/h (s) 3,1

4ª 60 a 90 km/h (s) 2,4

5ª 80 a 110 km/h (s) 2,4

5ª 100 a 130 km/h (s) 2,7

Máxima na pista de testes (km/h) 215,2

Velocidade real a 100 km/h (km/h) 94

Consumo esportivo (km/l) 18,4

Consumo econômico (km/l) 29,7

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Fusca 2013. A VW acertou o carro mas o preço...

A Volkswagen confirmou na noite desta segunda-feira os rumores de que a nova geração do Beetle será vendida no Brasil com o nome de Fusca. Será oferecido com um motor 2.0 turbo associado a um câmbio automatizado de seis marchas e dupla embreagem, que são herdados do Jetta e Passat vendidos aqui no Brasil.
O preço, ainda não confirmado oficialmente, também estará mais para sedã de luxo do que para popular: R$ 90 mil, ou quase quatro vezes mais do que o cobrado (em valores atualizados) pelo último Fusca fabricado no Brasil, em 1996. O desempenho acompanha o preço repaginado; segundo a fábrica, o hatch pode acelerar de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos, chegando à velocidade máxima de 210 km/h. Nem de longe lembram os "0 a 100 km/h em 300 segundos..."
O resgate do nome se deu após a matriz da Volkswagen na Alemanha dar carta branca às suas filiais para que adotassem o nome regional do popular em cada mercado onde ele foi vendido. Na França, o modelo será vendido como Coccinelle, enquanto na Itália ele é o Maggiolino. Contudo, o proprietário do modelo pode optar por não estampar o nome Fusca na carroceria, substituindo-o pelo logotipo Turbo.
Construído sobre a mesma plataforma dos novos Volkswagen Golf e Audi A3, o Fusca será apresentado ao público pela primeira vez no Salão do Automóvel de São Paulo. Na ocasião, a marca deve confirmar a venda da série especial Fender Edition, que homenageia a famosa fabricante de guitarras e traz diferenciais no visual e no sistema de som, mais potente.
As diferenças visuais do Fusca para o New Beetle são sutis para quem observa os dois modelos rapidamente, porém são mais profundas do que aparentam. Além da mudança de plataforma, o modelo ficou com o teto mais baixo e ganhou linhas mais retilíneas, deixando o Fusca com um ar mais masculino, afastando o estigma de “carro de mulher” que marcou o New Beetle.

Por dentro, o Fusca mantém a boa qualidade de acabamento presente na geração anterior e ganhou mais espaço interno. Contudo, o aumento não solucionou o aperto para quem se senta no banco traseiro. Afinal de contas, é um fusca... embora seja um espetáculo de carro.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Kawasaki ER 6N 2013 Tupiniquim!!!



A nova Kawasaki ER6-N, recentemente lançada na Europa, foi apresentada oficialmente como modelo 2013 no dia 16 de maio no Brasil.


A moto recebeu um “face lift”, uma atualização de estilo, principalmente no frontal, carenagens laterais, piscas dianteiros e moldura do painel de instrumentos. O conjunto ótico dianteiro está mais afilado, a capa do farol está menor e mais aerodinâmica, levemente inclinada para trás, e os piscas foram desvinculados das aletas laterais. A ergonomia da moto mudou com o alargamento do guidão em 20mm. O painel de instrumentos manteve as mesmas funcionalidades, mas com novo layout.

O chassi também teve pequena modificação, ficando mais estreito em relação ao modelo anterior. O assento está mais confortável. A traseira está 10mm mais curta e mais resistente, o que possibilitou um aumento da capacidade de carga de 180 para 200 quilos, e alça para o garupa também tem novo desenho. Os LEDs da lanterna traseira permitiram o uso de uma bateria menor.


O motor manteve-se o mesmo bicilíndrico em linha DOHC de 8 válvulas capaz de entregar 72,1 CV a 8.500 rpm e torque máximo de 6,5 Kgfm a 7.000 rpm. O sistema de injeção teve um remapeamento a fim de proporcionar mais torque abaixo de 7.000 rpm. O cabeçote agora adota espaçadores e juntas, diferente do modelo anterior que utilizava flanges e juntas. Os dutos de admissão de ar foram modificados. O câmbio emprega a mesma tecnologia do utilizado pela superbike ZX-10R.


A suspensão foi recalibrada, com molas de amortecimento menor, e o curso das bengalas foi aumentado em 2mm na traseira e 5mm na dianteira. Os freios ganharam pastilhas de novos compostos para melhorar a capacidade de frenagem.


O modelo 2013 da ER6-N será disponibilizado nas cores amarelo perolizado, preto metálico e no tradicional verde limão. A moto deverá chegar aos concessionários brasileiros da marca no início de junho ao preço público sugerido de R$ 25.990 na versão sem ABS e R$ 28.880 com ABS (sem frete e seguro inclusos).